23 setembro 2011

Vocês viram? #1

   

    Vocês já viram a novidade da Novo Conceito? Livros de bolso, e como livros de bolso os preços são reduzidos! A partir desse mÊs já estarão disponíveis as versões de bolso de alguns livros, primeiramente serão apenas seis livros. Sendo eles:





“Provocativa... bizarra... a narrativa tensa de Graysmith traz o horror de volta, choque apóschoque.” — San Francisco Chronicle O Zodíaco, um sádico sexual, tinha prazer em torturar e matar. Suas primeiras vítimas foram um casal de adole centes seguidos furtivamente e assassinados perto de uma estrada. Após outro assassinato, ele enviou sua primeira carta zombando das autoridades e prometendo que mataria mais. A estatística oficial de suas vítimas relaciona 6 assassinatos. Ele reivindica 37. O total verdadeiro pode ter atingido 50. O autor Robert Graysmith fazia parte da redação do San Francisco Chronicle em 1968, quando o Zodíaco matou pela primeira vez, o que desencadeou no resoluto repórter uma obsessão implacável de levar o assassino mascarado à Justiça. Neste relato cativante dos 17 meses do reinado de terror do Zodíaco, Graysmith revela centenas de fatos não anteriormente trazidos a público, incluindo o texto completo das cartas do assassino.














Que tal conhecer lugares especiais para as mulheres, com particularidades e maneiras diferentes de expressar a feminilidade e se sentir energizada e sensibilizada? Em 100 viagens que toda mulher precisa fazer, a incansável viajante norteamericana STEPHANIE ELIZONDO GRIEST compartilha sua experiência de exploradora em vários países, em um guia completo de viagem voltado exclusivamente para mulheres.







Uma das mais importantes aberturas na trilha para o computador moderno foi feita pelo matemático inglês Alan Turing – surpreendentemente, quando ele estava solucionando um problema completamente diferente. Tímido e inseguro a respeito de suas origens de classe média, considerado excêntrico por aqueles que não o conheciam bem, Turing era capaz de revelar àqueles que eram mais íntimos um humor dissimulado e uma franqueza estimulante até mesmo sobre sua homossexualidade. Ele foi também uma das mentes mais argutas do século XX. A famosa dissertação de doutorado de Turing, em 1939, atacou um dos maiores desafios matemáticos de seu tempo, o “problema da decidibilidade”, ao propor uma imaginária máquina calculadora programável. A ideia de produzir, efetivamente, esta “máquina de Turing” não se cristalizou até que Turing e seus colegas em Bletchley Park construíram aparelhos para quebrar o Código Enigma dos nazistas, permitindo a vitória dos Aliados na Segunda Guerra Mundial. Ao longo do trabalho Turing conviveu com algumas das mentes mais brilhantes de seu tempo, como Newmann e Wittgenstein. Depois da guerra, ele tornou-se o campeão da inteligência artificial, formulando o famoso Teste de Turing, que desafia nossas ideias sobre a consciência humana. Mas os trabalhos de Turing no pós-guerra, no desenvolvimento do computador, foram interrompidos quando ele foi preso sob a acusação de violar leis anti-homossexuais e condenado a um “tratamento” que significava uma castração química.








Quando fez 20 anos, Chris Gardner tinha acabado de sair da Marinha e tinha planos de seguir carreira em Medicina. Considerado um prodígio em pesquisa científica, surpreendeu a todos, inclusive a si mesmo, quando mudou de ideia e escolheu uma carreira na área de finanças. Após encontrar uma posição inicial modesta em uma firma de prestígio, Chirs Gardner se viu envolvido em uma rede de circunstâncias que o levaram a viver nas ruas junto com o filho pequeno, que ainda engatinhava. Em vez de se renderem ao desespero, pai e filho passaram quase um ano morando em abrigos, albergues, enfrentando filas para conseguir um prato de sopa e até mesmo dormindo em banheiros de estações de metrô antes de, finalmente, ocorrer a transição do banheiro para a sala da diretoria. Hoje, Chris Gardner é o CEO da Gardner Rich & Company, milionária firma de corretagem com escritórios em Nova York, Chicago e São Francisco.







A comovente história de amor de um pai e um filho que, juntos, superaram todos os limites Nascido com uma tetraplegia espasmódica, Rick Hoyt foi desenganado por vários médicos, que aconselharam seus pais, Judy e Dick Hoyt, a internar seu primogênito em uma clínica. Mas os pais de Rick recusaram-se a tomar essa medida. Determinados a dar ao filho todas as oportunidades oferecidas a uma criança considerada “normal”, incluíam Rick em tudo que faziam, especialmente com os outros dois irmãos, Rob e Russ. Então, um dia, Rick pediu a seu pai para participar de uma corrida beneficente, mas havia um porém, Rick também queria correr. Dick nunca havia participado de uma corrida antes, mas o maior desafio estava no fato de ter de empurrar a cadeira de rodas de seu filho ao mesmo tempo. Contudo, uma vez mais, a família Hoyt estava determinada a superar qualquer obstáculo que pudesse impedir sua caminhada. Agora, depois de mais de 1.000 corridas, incluindo inúmeras maratonas e triatlos, Dick Hoyt continua a empurrar a cadeira de rodas de Rick. Conhecidos em todo o mundo e carinhosamente chamados de a Equipe Hoyt, permanecem cada vez mais dedicados, inspirando milhões e incorporando em todo o seu lema e marca registrada: “Yes, you can!” (Sim, você pode!)






Depois de cessado o bombardeio de Cabul, Ann Jones, premiada jornalista e ativista dos direitos da mulher, partiu para a cidade destruída esperando levar ajuda a um lugar a que os Estados Unidos, seu país, só haviam levado destruição. Este é o relato cortante de uma cidade lutando para erguer-se das ruínas. Trabalhando junto a uma infinidade de empobrecidas viúvas de guerra, recapacitando professores de inglês de Cabul, silenciados durante longo tempo, e inspecionando os presídios femininos da cidade, Jones adentra uma ampla comunidade de mulheres forçadas a viver à margem da sociedade: meninasnoivas fugitivas, prostitutas humilhadas, esposas desprezadas, vítimas de estupro. Nas ruas e nos mercados, ela ouve a versão afegã dos supostos benefícios trazidos pela queda do Talibã e aprende que considerar as mulheres como seres humanos inferiores é a norma, não uma aberração de um governo ostensivamente repressor. Jones contrasta os diferentes modos pelos quais a educação, a cultura e a política afegãs têm sido repetidamente seqüestradas — por comunistas, extremistas islâmicos e ocidentais defensores do livre mercado — sempre com resultados desastrosos. E ela revela, nos pequenos acontecimentos, os grandes descompassos: entre as promessas e as realizações dos Estados Unidos, entre a nova “democracia” e os ainda poderosos déspotas locais, entre o que é alardeado e o que acontece na vida real.



         E o preços?!??! De 9,90 a 14,90. Entã agora é só esperar chegar !

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