01 agosto 2012

O que eu achei de : Adorável Heroína - Michael Hingson, Susy Flory

"Nenhum alarme soou no 78o andar da Torre Norte do World Trade Center e ninguém sabia o que tinha acontecido às 8h46 do dia 11 de setembro de 2001 – uma manhã que teria sido de um dia normal de trabalho para milhares de pessoas. Cego desde o nascimento, Michael também não via nada naquele dia, mas conseguia ouvir os sons de vidro estilhaçado, destroços caindo e pessoas aterrorizadas se reunindo em torno dele e de sua cão-guia. No entanto, Roselle permaneceu calma ao seu lado.Naquele momento, Michael escolheu confiar nos julgamentos de sua cachorra e não entrar em pânico. Eles eram uma equipe. Adorável heroína possibilita ao leitor entrar no World Trade Center segundos após o ataque para vivenciar a experiência de um homem cego e de sua amada cão-guia na luta pela sobrevivência."

Editora: Universo dos Livros
ISBN: 9788579303173
Ano: 2012
Páginas: 232
Classificação: 3,5/5
Onde comprar: Compare

   O livro traz a história real de Michael e sua labradora durante a explosão das torres gêmeas nos EUA em 2011. Está foi uma história interessante, que pode cativar o leitor, pois mostra a afinidade e a amizade entre um deficiente visual e um cão-guia.
    O livro conta desde quando a família de Michael descobre que ele é deficiente, como foi o processo de adaptação dele, e um processo muito bem feito por sinal, a infancia, a aceitação do seu primeiro cão-guia. Um detalhe que me deixou curiosa foi quando ele foi para a escola de cães para ter o seu primeiro cão-guia e chega o momento de ele conhecer o seu "cãopanheiro", e o diretor da escola diz a Michael que não é ele quem escolhe o cão-guia, mas o cçao que o escolhe. Achei isso muito legal e interessante, porque ao contrário dos nossos cãezinhos normais que nós vamos os escolhemos, os cães-guia eles se aproximam dos seus novos donos cheiram, sentem, para depois ter a aceitação e saber se eles querem ou não aquele dono. Se pararmos e pensarmos bem, tem que ser assim né? Porque a cumplicidade e afinidade é completamente necessária entre os dois.
     Mas voltando ao que achei do livro, é um livro bom. É uma leitura detalhada,  eu só achei um pouco massante a leitura, para mim foi cansativa devida a quantidade de detalhes. Acho que o meu problema durante a leitura foi esperar que fosse um "Marley & Eu", porque liguei a imagem do cãozinho com o Marley. Acredito que foi um erro meu. E não sei a opinião de outros leitores, mas na minha opinião o foco foi no Michael e sua deficiência. Me senti um pouco dentro de um documentário.
      Mas é uma leitura muito válida, pois mostra as dificuldades de um deficiente visual, e mostra também que com apoio familiar, de amigos e com força de vontade eles podem ter uma vida "normal" como a nossa. Por esse lado a leitura é muito válida. E uma coisa que achei lindo e me fez lembrar dos meus cachorros foi a marca da patinha da Roselle no final do livro. 


Um comentário:

  1. Oi, Charlene!
    Já tinha visto esse livro em algum lugar, mas ainda não conhecia direito o enredo do livro! Parece bem legal, apesar de tudo. E se passa durante o ataque as torres gêmeas, né?
    Eu nunca li "Marley e Eu", então acho que não teria o mesmo problema que você teve... haha Mas a gente sempre faz essas coisas, né? Ficar comparando um livro ao outro...

    Ótima resenha!

    Beijos,
    Inara - http://lerdormircomer.blogspot.com.br

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