15 novembro 2012

O que eu achei de: A Culpa é das Estrelas - John Green




Em A Culpa é das Estrelas, Hazel é uma paciente terminal de 16 anos que tem câncer desde os 13. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.



Editora: Intrínseca
ISBN: 9788580572261
Ano: 2012
Páginas: 283
Classificação: 3.5/5
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    Quando peguei o meu A culpa é das estrelas pensei logo que iria amar o livro. Que ia morrer de amores como todo mundo, já que no lançamento foi feito uma avalanche de elogios e loucuras por ACEDE. 
    O livro conta a história de Hazel, uma adolescente que tem câncer quase em estado terminal (o quase foi por minha conta, já que ao inicio do livro eu achei que ela iria morrer 5 minutos depois devido a ênfase que deram ao câncer dela), e que tenta viver a vida "normalmente". Ela tem uma família super protetora, uma mãe que largou tudo para cuidar dela e um pai aplicado quanto a atenção a ela.
    A nossa protagonista frequenta um grupo de apoio a pessoas com câncer  onde os membros vão lá contar sobre as suas experiências com a doença, cada um conta a sua trágica história. Lá ela conhece um moçoilo, que também teve ou tem (a doença ameniza mas não acaba) câncer e insiste em encarar Hazel e daí começa a história de amor da nossa protagonista... Eu achei o romance massante, rodava rodava rodava e ficava na mesma coisa. Acho que faltou um pouco mais de emoção para os protagonistas, já que eles estavam vivendo "intensamente" os últimos anos de suas vidas. Porque o câncer  na vida real e como foi relatado no livro é uma doença traiçoeira, a mesma hora que está aqui rindo e vivo, você pode não estar mais. A história do Isaac com a Mônica (porque é uma realidade constante)  poderia ter tido um pouquinho mais de atenção, já que o Isaac era grande amigo do Gus, e passou a ser "amigo" da Hazel. Mas é a minha opinião!! 
     Bom, eu não sei se a minha visão do câncer é outra por ter parente com câncer, por conviver tão perto com a doença ou se eu ando dura demais em relação a romances que tratam de doenças tão graves.
       Não vou te dizer que é uma péssima história, eu seria muito injusta!! Mas devido a enfase que deram no lançamento do livro e aos comentários que li pela internet eu achei que iria chorar logo nas cinquenta primeiras páginas, e não foi bem assim. Eu achei a escrita do John boa, eu sou fã de escritores masculinos que conseguem escrever romances (afinal de contas, romances são vistos como literatura de mulherzinha). Mas, o livro não me cativou tanto assim.
      Gostei da história mas não vi essa leitura totalmente e completamente fantástica que todos diziam. Vou tentar ler outro livro do autor, e quem sabe me apaixono pela escrita dele não é mesmo? Mas achei um bom livro, mas não o indicaria como a melhor leitura do ano.
   


Um comentário:

  1. Bom, pelo que li e pelo que ouvi falar ACEDE não é um livro pra se chorar, como um do Nicholas, tipo, não é SÓ para chorar, e sim, alguns choram porque a vida é triste. E essa tristeza do livro vem naturalmente, porque a vida é assim, e não forçada como Nicholas Sparks.

    Bom, é isso que minha amiga disse quando eu falei que acho que não ia gostar porque não gosto de Nicholas. rsrs Enfim, pode ser por isso que vc n chorou nas primeiras 50 páginas, pq não era mesmo pra chorar. Passei a ter vontade de continuar lendo (tava lendo por ebook dai não consegui terminar), quem sabe um dia eu n volto :D


    Aaaaain eu também faço origamis!
    Olha os meus: http://www.flickr.com/photos/nreekorigami/

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